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INUSITADO

Matinta Perera (figura folclórica) aparece passeando na Orla de Itaituba

Na manhã dessa sexta-feira 13, a figura inusitada chamou atenção de quem passava pela Avenida Getúlio Vargas, os vídeos viralizaram pelas redes sociais

Publicado em 13/05/2022 às 10:28
Atualizado em

Brincadeira ou aparição sobrenatural (Foto: Foto: reprodução, redes sociais)

Na manhã dessa sexta-feira 13, uma figura inusitada chama atenção de quem passa pela Orla de Itaituba, Sudoeste do Pará.

Uma Matinta Perera passeia tranquilamente pela calçada, sacudindo um longo chocalho, cheio de sementes que emitem sons como guiso.

Acesso o link e assista o vídeo https://youtube.com/shorts/vrkORLTpnZc?feature=share

Criatividade ou aparição sobrenatural? Não se sabe ao certo quem estaria por baixo das vestes da velha bruxa do folclore brasileiro. No entanto, o vídeo viralizou nas redes sociais e chamou atenção, os mais supersticioso disseram que a figura seria coisa do demônio. Outros apenas comentaram sobre as lembranças dos mitos que colocavam medo e encantavam as crianças do interior da região amazônica.

Lenda, Matinta Perera

Reza a lenda que, Com poderes sobrenaturais, ela lança feitiços sobre suas vítimas capazes até de levar à morte. Quando está na sua forma mais comum, uma velha de vestido preto e cabelos caídos no rosto, costuma soltar um assobio agudo como se estivesse gritando o próprio nome. 

Dizem que ela é um ser noturno. Quando não tem asa, pode se transformar em animais como porco, cavalo, galinha e por aí vai. Quando tem, vira um pássaro agourento chamado “Rasga-mortalha” que sempre voa nas proximidades de onde mora, causando pavor às pessoas por anunciar a morte de alguém próximo.

Segundo a lenda, a receita para descobrir a identidade da velha sombria é: ao ouvir seu assovio, oferecer-lhe tabaco e café pela manhã. A primeira pessoa que chegar à casa de quem convidou pedindo essas duas coisas é a matinta.

A matinta perêra é uma das lendas que mais arrepiam os caboclos por apresentar-se de dois tipos, com asa e sem asa. E há quem jure de pés juntos que não é apenas mito, não.

Informações: Lendas, Xapuri.infoculturas


Fonte:

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